Arquivo da categoria: 1° Ano EM

China na Lua

Os meios de comunicação (ou “doutrinamento”) em massa não tem interesse em dar informações fora do eixo EUA / Europa.

Mas mesmo sendo uma notícia que alguns contestam, vocês precisam ler e ver essas notícias.

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/descoberto-telescopio-secreto-chines-que-esta-ha-dois-anos-na-lua-14102015

http://obutecodanet.ig.com.br/index.php/2016/02/10/fotos-da-primeira-viagem-lunar-da-china/#more-125355

smt-chinalua-gal-1

Material para a prova de Outubro – 2015

Material para os alunos dos 1º e 2º EM para as provas do mês de outubro de 2015!    BOM ESTUDO

1º EM – Aula – 1º EM – 4º Bim – 01 – Urbanização e População

2º EM – Aula – 2º EM – 4º Bim – 01 – Globalização e Blocos Econômicos

OBS: Lembrem-se, não vimos ainda todo o conteúdo destes arquivos, afinal, estes arquivos serão utilizados ao longo de todo 4º bimestre.

Provas de setembro

Como alguns alunos não estão achando no blog a matéria para a prova de setembro, segue novamente neste post.

Bons estudos!

Aula – 1º EM – 3º Bim – 01 – Industrialização Mundial

Aula – 1º EM – 3º Bim – 02 – Industrialização Brasileira

Aula – 2º EM – 3º Bim – 02 – Fordismo

Aula – 2º EM – 3º Bim – 03 – Questão Ambiental

Aula – 3º EM – 3º Bim – 02 – Energia

Qual a diferença entre Fascismo e Nazismo?

Fascismo

Entre as décadas de 1920 e 1940, surgiu e desenvolveu-se, em alguns países da Europa, o fascismo. Era um sistema político, econômico e social que ganhou força após a Primeira Guerra Mundial, principalmente na Itália país que estavam passando pela crise econômica. Na Itália, o fascismo foi representado pelo líder italiano Benito Mussolini.

Este sistema terminou com a derrota do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) na Segunda Guerra Mundial (1939-45).

O ‘Fascio di Combattimento’, ou Esquadra de Combate, que deu origem ao fascismo, buscou seu nome na expressão ‘fascio’, que significa feixe de varas. O feixe de varas, simbolizando união e força, vem do latim ‘fesce’, um feixe de varas que, junto com uma machadinha, era levado pelo ‘litor’, uma espécie de oficial de justiça que, na Roma antiga, seguia os magistrados para executar as decisões da justiça, com poderes para coagir, incluindo a aplicação de castigos físicos.

 

Principais características e ideias do fascismo:

– Totalitarismo: o sistema fascista era antidemocrático e concentrava poderes totais nas mãos do líder de governo. Este líder podia tomar qualquer tipo de decisão ou decretar leis sem consultar políticos ou representantes da sociedade.

– Nacionalismo: entre os fascistas era a ideologia baseada na ideia de que só o que é do país tem valor. Valorização extrema da cultura do próprio país em detrimento das outras, que são consideradas inferiores.

– Militarismo: altos investimentos na produção de armas e equipamentos de guerra. Fortalecimento das forças armadas como forma de ganhar poder entre as outras nações. Objetivo de expansão territorial através de guerras.

– Culto à força física: Nos países fascistas, desde jovens os jovens eram treinados e preparados fisicamente para uma possível guerra. O objetivo do estado fascista era preparar soldados fortes e saudáveis.

– Censura: Mussolini usaram este dispositivo para coibir qualquer tipo de crítica aos seus governos. Nenhuma notícia ou ideia, contrária ao sistema, poderia ser veiculadas em jornais, revistas, rádio ou cinema. Aqueles que arriscavam criticar o governo eram presos e até condenados a morte.

– Propaganda: os líderes fascistas usavam os meios de comunicação (rádios, cinema, revistas e jornais) para divulgarem suas ideologias.

– Antissocialíssimo: os fascistas eram totalmente contrários ao sistema socialista. Defendiam amplamente o capitalismo, tanto que obtiveram apoio político e financeiro de banqueiros, ricos comerciantes e industriais alemães e italianos.

 

Nazismo

naz

O Partido Nazista foi fundado em 1919, tendo como chefe nada menos do que, Adolf Hitler, austríaco que lutara no exército alemão. No mesmo ano, foi votada a nova Constituição da Alemanha. Tal constituição Estabelecia uma federação de 23 Estados, que passavam a ter uma Constituição democrática, enviando seus delegados a uma Assembléia Nacional.

A Suástica ou Cruz Gamada, é um dos símbolos mais antigo e difundido no mundo por várias civilizações. No Nazismo, o símbolo tinha o significado de Força, Liderança, Equilíbrio e o mais importante, Renovação para a Alemanha.

O Reichrast Hendenburg foi eleito presidente em 1925, em substituição a Ebert, falecido. A recuperação da Alemanha era bastante frágil. A crise econômica mundial de 1929 demonstrando esse fato, pois permitiria a ascensão ao poder do líder do Partido Nazista, Adolf Hitler. Ele se utilizou do descontentamento dos alemães com o governo para obter cada vez mais adeptos. O Partido Nazista imitou o Partido Fascista: tinha tropas de choque e empregava métodos violentos contra socialistas, comunistas e judeus, além de perseguir sindicatos e jornais.

Em 1923, a França invadiu o centro industrial da Alemanha. Para forçar sua retirada, o governo alemão incentivou a greve na região e passou a pagar parte dos salários, aumentando a inflação. O desespero mediante ao caos que se instalava aumentou o número de adeptos do Partido Nazista. Hitler iniciou então uma revolução em Munique, mas fracassou, e ficou preso por alguns meses. Ele afirmava que os lemas eram superiores em termos raciais, e que o nazismo deveria conduzir o mundo.

Pregava a necessidade de se manter a pureza da raça ariana, eliminando de se manter a pureza da raça ariana, eliminando os judeus da Alemanha. Os judeus eram acusados de capitalistas, que enfraqueciam a Alemanha.

Quando Hitler chegou a poder, utilizou-se de suas tropas de choque para se livrar de adversários políticos. E em 1932 elegeu 230 deputados de seu partido. Em 1934, morreu o presidente alemão. Hitler, que assumiria em 1933 como primeiro-ministro, impôs uma ditadura violenta.

Pessoas de destaque da oposição foram enviadas para campos de concentração. Todos os estados ficaram centralizados pelas ordens de Hitler. Os judeus perderam a cidadania e passaram a ser perseguidos. Todos eram obrigados a exercer a doutrina nazista.

Tal período de extrema hegemonia e de totalitarismo por parte do Estado, e tremenda crueldade do Partida Nazista com os judeus, por pregar uma “raça superior” ficou conhecido como Nazismo.

 

Principais características e ideias do nazismo

O regime Nazista era semelhante ao regime Fascista, mas no nazismo, o racismo era muito mais acentuado.

O item acima é explicado a um fundamento racista: superioridade da chamada “raça ariana”

Este regime caracterizava-se principalmente pelo Totalitarismo e Racismo

 

Fonte:

http://www.suapesquisa.com

http://www.linkatual.com

Recordes na Geografia Mundial

Recordes no Planeta Terra

 

1. A maior cordilheira

Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.

2. A maior ilha


Groenlândia, com 2.175.600 km².

3. A montanha mais alta


Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.

4. O lago mais alto


O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.

5. O lago mais profundo


Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.

6. O maior golfo


Golfo do México, com 1.502.200 km².

7. O maior lago


Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, com 372.000 km² e 980 metros de profundidade. É o tamanho do Japão.

8. O maior rio em extensão

Amazonas, com 7.025 quilômetros.

9. A maior sombra

A figueira-de-bengala, árvore indiana, é o maior guarda-sol natural do mundo. Em sua sombra, podem se acomodar 20 ml pessoas.

10. A caverna mais profunda


Caverna Krubera, na República de Abkhazia. Em 2001, exploradores demoraram duas semanas para conseguir chegar aos 2.191 metros de profundidade.

Fonte: www.guiadoscuriosos.com.br

Socialismo X Capitalismo

Socialismo X Capitalismo

Fonte: http://www.algosobre.com.br/geografia/capitalismo-x-socialismo.html 

1 – As relações de trabalho na Idade Moderna e Contemporânea: a formação do capitalismo
– A Idade Moderna, de 1453 a 1789, e a formação do capitalismo comercial

No século XV, o comércio já era a principal atividade econômica da Europa. Os comerciantes, ou a classe burguesa, já tinham acumulado grandes capitais realizando o comércio com a África e a Ásia, através do mar Mediterrâneo. O capital torna-se a principal fonte de riqueza, substituindo a terra, do período feudal. De que forma o capital podia ser acumulado ou obtido?

 

  • por meio da ampliação cada vez maior do comércio;
  • por meio da exploração do ouro e da prata.

A expansão do comércio gerou a necessidade de se aumentar a produção, principalmente o artesanal. Os artesãos mais ricos começaram a comprar as oficinas dos artesão mais pobres. Estes transformaram-se, então, em trabalhadores assalariados, e o número de empregados nas oficinas foi aumentando.A fase de acumulação do capital por meio do lucro obtido com o comércio e, ainda, por meio da exploração do trabalho do homem, seja o assalariado ou o escravo, recebe o nome de capitalismo comercial. Nesta fase do capitalismo, nos séculos XV e XVI, ocorreu a expansão marítimo-comercial. A expansão marítima européia fez ressurgir o colonialismo.

 

2 – A Idade Contemporânea, de 1789 até os dias atuais: a formação do capitalismo em sua forma moderna – o capitalismo industrial – e as relações de trabalho
As características do sistema capitalista

Este sistema caracteriza em linhas gerais:

Socialismo
A preocupação com as injustiças sociais já existia desde a Antiguidade
Desde a Antigüidade algumas pessoas, preocupadas com a vida em sociedade, pensavam em modificar a organização social e assim melhorar as relações entre os homens. Na Idade Moderna também houve essa preocupação. Um inglês de nome Thomas More escreveu um livro chamado Utopia, onde mostrou como imaginava a sociedade de uma forma menos injusta.

Entretanto, com as grandes desigualdades sociais criadas pela Revolução Industrial, as idéias de reformar a sociedade ganharam mais força. Foi assim que surgiram pensadores como Saint-Simon, Charles Fourier, Pierre Proudhon, Karl Marx, Friedrich Engels e outros. Estes pensadores ficaram conhecidos como socialistas.

Essas idéias socialistas espalharam-se pela Europa e depois por todo mundo; e não ficaram somente na teoria. é o caso da Revolução Socialista de 1917, na Rússia, onde a população colocou em prática as idéias socialistas.
As características do socialismo e a sua propagação pelo mundo

3 – A competição pela liderança do mundo: EUA e URSS – capitalismo versus socialismo
a – A manutenção e a expansão de áreas de influência capitalista e socialista pelos Estados Unidos e União Soviética – capitalismo versus socialismo 

Terminada a Segunda Guerra Mundial, em 1945, os Estados Unidos consolidaram sua oposição de superpotência capitalista, e a União Soviética, que tinha implantado o socialismo em 1917, surgia como nação forte e respeitada por todas as demais. De um lado, os Estados Unidos procuravam manter sua liderança sobre vastas áreas do mundo; de outro, a União Soviética auxilia na expansão do socialismo. Terminada a guerra, muitos países do leste europeu alteraram a sua organização econômica, política e social de base capitalista e se tornaram socialistas:

  • a Iugoslávia tornou-se socialista em 1945;
  • a Albânia e a Bulgária, em 1946;
  • a Polônia e a Romênia, em 1947;
  • a Checoslováquia, em 1948;
  • a Hungria, em 1949;
  • a República Democrática Alemã Oriental, em 1949

Também na ásia, alguns países optaram pelo socialismo:

  • o Vietnã do Norte, em 1945;
  • a Coréia do Norte, em 1948;
  • a China, em 1949;
  • o Tibet, em 1950, como província da China e, depois, em 1953, independente.

Outros países optaram pelo socialismo nos anos 60, 70 e 80. No pós-guerra intensificaram-se as disputas entre Estado Unidos e União Soviética pela liderança do mundo. Cada uma das superpotências procurou consolidar sua liderança sobre outros países e ampliar sua área de influência.A Europa ocidental, por exemplo, estava arrasada em virtude da guerra, pois servira como campo de batalha. Muitas de suas cidades, indústrias e meios de transporte estavam destruídos, e grande parte da sua população encontrava-se desempregada. Diante disso, os Estados Unidos, com receio do avanço do socialismo sobre os países da Europa ocidental e temendo perdê-los de sua área de influência, elaboraram um plano de ajuda econômica para que esses países pudessem recuperar sua economia. Este plano foi aprovado em 1948 e recebeu o nome de Plano Marshall, em homenagem ao Secretário de Estado norte-americano, general Marshall.

Em que consistia o Plano Marshall?

  • Permitia aos países da Europa Ocidental importarem produtos norte-americanos a preços baixos;
  • Abria créditos para os países europeus comprarem equipamentos pesados dos Estados Unidos;
  • Fornecia empréstimos.

Os Estados Unidos explicaram que ofereciam este plano porque seria impossível a estabilidade política e a paz enquanto a Europa não tivesse a sua economia recuperada. Entretanto, a ajuda economia dos EUA, por meio do Plano Marshall, tinha pelo menos dois objetivos: manter o sistema capitalista nos países da Europa ocidental e assegurar essa área de influência, impedindo, assim, a penetração do socialismo; garantir o mercado consumidor para seus produtos e investimentos. Os próprios industriais e comerciantes norte-americanos apoiaram o Plano Marshall, pois eles mesmos afirmavam: “Não se pode realizar negócios num mundo de pobres”. Assim, eles tinham interesses na recuperação econômica dos países europeus arrasados pela guerra. Os países europeus que mais receberam ajuda dos Estados Unidos por meio do Plano Marshall foram: Reino Unido, França, Alemanha e Itália. No Japão, os Estados Unidos também intervieram, militar e economicamente, a partir de 1945. Após o lançamento das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, o Japão rendeu-se às tropas norte-americanas. Após a rendição japonesa, os EUA continuaram ocupando o Japão e aplicaram vultosas somas de dinheiro para recuperar a economia japonesa e, assim, assegurar sua presença nessa porção do globo.

 

b – A Guerra Fria, a OTAN e o Pacto de Varsóvia – o confronto entre as superpotências

A disputa pela hegemonia internacional entre os Estados Unidos e a União Soviética, logo após a Segunda Guerra Mundial, gerou a Guerra Fria.

Características de países subdesenvolvidos e desenvolvidos
 

Países subdesenvolvidos

 

 

  • alta taxa de analfabetismo e deficiente nível de instrução
  • baixa renda per capita
  • baixo consumo de energia mecânica
  • predominância da população economicamente ativa no setor primário (agricultura)
  • baixo nível alimentar (existência da fome)
  • dependência econômica
  • elevadas taxas de natalidade
  • grande crescimento populacional
  • elevada taxa de mortalidade infantil
  • baixo nível de industrialização
  • emprego de técnicas atrasadas

 

 

Países desenvolvidos

 

  • baixa taxa de analfabetismo
  • elevada renda per capita
  • elevado consumo de energia mecânica
  • predominância da população economicamente ativa no setor secundário (indústria) e no terciário (serviços)
  • elevado nível alimentar
  • dominação econômica
  • baixas taxas de mortalidade infantil
  • predomínio de produtos industrializados nas exportações
  • elevado nível de industrialização
  • controle da ciência e da tecnologia
  • elevada esperança de vida

 

Fonte: http://netopedia.tripod.com/historia/socxcap.htm

A Guerra Fria deve ser entendida como uma disputa entre duas superpotências. Contudo, foi uma disputa não declarada. Cada uma das nações procurava ampliar suas áreas de influência sobre o mundo, Foi também uma disputa ideológica, isto é, em que se defrontavam os dois tipos de organização econômica, política e social: o capitalismo e o socialismo.

A grande disputa teve início a partir de uma declaração de Truman, presidente dos Estados Unidos, em 1947: O presidente declarou que iria fornecer ajuda militar ao governo grego na luta contra as guerrilhas socialistas e que iria, desse modo, procurar conter o avanço da influência socialista.

Estabeleceu-se, a partir desse momento, um clima de competição, de guerra fria, entre as duas superpotências. Estas que rivalizaram-se em poder militar e econômico, procurando ultrapassar um ao outro.

Os Estados Unidos combatiam o avanço do socialismo. A União Soviética procurava dificultar a expansão americana na formação de áreas de influências, além de difundir o socialismo. A União Soviética, em 1949, já possuía a bomba atômica.

Posteriormente, as superpotências passaram a dispor da bomba de hidrogênio. Sabiam que numa guerra nuclear não haveria vencidos nem vencedores. Essa realidade criou um novo equilíbrio, o equilíbrio de terror.

Em 1956 os Estados Unidos reconheceram as áreas de influência da União Soviética, fato que marcou o declínio da Guerra Fria. Contudo, não terminaram as disputas entre as duas superpotências.

Foi nesse ambiente tenso que ocorreu a Guerra da Coréia (1950-1953) e a Revolução Chinesa (1949). Mas foi também neste período que surgiram tratados militares e econômicos entre os blocos capitalista e socialista. Esses tratados, principalmente os militares, tinham como objetivo fortalecer as ameaças que cada um dos blocos representava para o outro.

Os Estados Unidos, os países capitalistas da Europa e o Canadá formaram a OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte, em 1949, na cidade de Washington, Estados Unidos: Seu objetivo pode ser resumido da seguinte maneira: defesa coletiva das liberdades democráticas por meio de uma estreita colaboração política e econômica entre os países-membros. A OTAN propõe a defesa e o auxílio mútuos, em caso de ataque a um dos seus países membros.

Assim, os diversos países integrantes formaram uma força militar. Para tanto, forneceram tropas militares e armamentos sob a chefia de um comando unificado, com sede na Bélgica.

A OTAN é uma organização que possui armamentos sofisticados, incluindo armas atômicas e mísseis.

Enquanto os países do bloco capitalista fundaram a OTAN, os países do bloco socialista, liderados pela União Soviética, organizaram o Pacto de Varsóvia.

O Pacto de Varsóvia – Tratado de Assistência Mútua da Europa Ocidental – foi firmado em 1955, em pleno ambiente da Guerra Fria. Assinado pelos países socialistas da Europa oriental, seus objetivos são semelhante aos da OTAN: ajuda militar em caso de agressões aramadas na Europa; consultas sobre problemas de segurança e colaboração política. Vê-se, então, que o Pacto de Varsóvia é uma aliança militar. Compõe-se de tropas dos países-membros e tem sede em Moscou.

Tanto a OTAN quanto o Pacto de Varsóvia constituem, portanto, alianças militares que se opõem. São resultado da disputa entre as duas superpotências e seus aliados pela preservação de seus interesses no mundo. O mundo pós-guerra formou um sistema de dependência no qual as duas superpotências tornaram-se os países centrais.

 

Até 1917 a Rússia era um país feudal e capitalista. O povo não participava da vida política e vivia em condições miseráveis. Esta situação fez com que a população, apoiada nas idéias socialistas, principalmente nas de Marx, derrubasse o governo do czar Nicolau II e organizasse uma nova sociedade oposta à capitalista – a socialista. A Rússia foi o primeiro país a se tornar socialista e, posteriormente, passou a se chamar União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Em linhas gerais, podemos caracterizar o socialismo como um sistema onde:

  • não existe propriedade privada ou particular dos meios de produção;
  • a economia é controlada pelo Estado com o objetivo de promover uma distribuição justa da riqueza entre todas as pessoas da sociedade;
  • o trabalho é pago segundo a quantidade e qualidade do mesmo.

Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), outros países se tornaram socialistas, como, por exemplo. A Iugoslávia, a Polônia, a China, o Vietnã, a Coréia do Norte e Cuba. Entretanto, este novo sistema colocado em prática nesses países, principalmente na União Soviética, apresenta vários problemas:

  • falta de participação do povo nas decisões governamentais;
  • falta de liberdade de pensamento e expressão;
  • formação de um grupo político altamente privilegiado.

A teoria econômica elaborada por Karl Marx, Friedrich Engels e outros pensadores foi interpretada de várias formas, dando origem a diferenças entre os socialismos implantados.

  • pela propriedade privada ou particular dos meios de produção;
  • pelo trabalho assalariado;
  • pelo predomínio da livre iniciativa sobre a planificação estatal.

A interferência do Estado nos negócios é pequena. Diante do que foi exposto, percebe-se que a sociedade capitalista divide-se em duas classes sociais: a que possui os meios de produção, denominada burguesia;
a que possui apenas a sua força de trabalho, denominada proletariado.

Até o século XVIII, o comércio era a principal atividade econômica da Europa, proporcionando grandes lucros à burguesia comercial. Nesta época começaram a surgir novas técnicas de produção de mercadorias. Como exemplo podemos citar a invenção da máquina a vapor, do tear mecânico e, conseqüentemente, dos lucros da burguesia. Surge, deste modo, um novo grupo econômico, muito mais forte que a burguesia comercial. Cabia a burguesia industrial a maior parte dos lucros, enquanto a grande maioria dos homens continuava pobre, Uns continuaram trabalhando a terra arrendada, outros tornaram-se operários assalariados. Essa situação histórica é conhecida como Revolução Industrial.

O primeiro país a realizar a Revolução Industrial foi a Inglaterra, em 1750. Posteriormente, já no século XIX, outros países realizaram a Revolução Industrial: França, Alemanha, Bélgica, Itália, Rússia, Estados Unidos e Japão.

O capitalismo industrial, firmando-se como novo modo de vida, fez com que o trabalho assalariado se tornasse generalizado. O homem passou, assim, a comprar o trabalho de outro homem por meio de salário. A Revolução Industrial tornou mais intensa a competição entre os países industriais, para obter matérias-primas, produzir e vender seus produtos no mundo, fazendo surgir um novo colonialismo no século XIX – o imperialismo. As potências industriais européias invadiram e ocuparam grades áreas dos continentes africano e asiático. Fundaram colônias e exploraram as populações nativas, pagando baixos salários pelo seu trabalho. Além de fornecer matérias-primas para as indústrias européias, as colônias eram também grandes mercados consumidores de produtos industriais. Os países americanos, apesar de independentes de suas metrópoles européias – Portugal, Espanha e Inglaterra –, não escaparam dessa dominação colonial, principalmente da Inglaterra.

Os países latino-americanos, inclusive o Brasil, continuaram como simples vendedores de matérias-primas e aliamentos para as indústrias européias e como compradores dos produtos industriais europeus.

A Revolução Industrial levou a um aumento da produção, dos lucros e, também, da exploração do trabalho humano. O trabalhador foi submetido a longas jornadas de trabalho, 14 horas ou mais, recebendo baixos salários. Não eram somente adultos que se transformavam em operários: crianças de apenas seis anos empregavam-se nas fábricas, executando tarefas por um salário menor que o do adulto. Essa situação levou os trabalhadores a se revoltarem. Inicialmente eram revoltas isoladas, mas, depois, os operários se organizaram em sindicatos, para lutar por seus interesses. E os trabalhadores descobriram uma arma para lutar contra a exploração de sua força de trabalho – a greve.

A atual fase do capitalismo recebe o nome de capitalismo financeiro. A atividade bancária, ou seja, empréstimos de dinheiro a juros, predomina. Todas as outras atividades dependem dos empréstimos bancários. A moeda tornou-se a principal “mercadoria” do sistema.

 

Continente Antártico

A Antártica situa-se quase inteiramente dentro do círculo polar antártico, rodeando o Polo Sul e sendo cercado pelo Oceano Antártico, que fica entre o Oceano Pacífico e o Atlântico. Devido ao frio intenso com ventos violentos, esta região, permanentemente coberta pelo gelo, possui condições desfavoráveis para quase todo meio de vida, porém, vivem ali os pinguins, que procuram seu alimento no mar, focas e também um grande número de baleias.

polo-sul-antartica

A Antártica é o quinto continente em extensão, é o único sem divisão geopolítica. Com o interior tão seco quanto o deserto do Saara, com ventos intensos que chegam a 327 km/h, a Antártida é três vezes mais alta que qualquer outro continente e é também o continente onde foi registrada a temperatura mais fria de todos os tempos (-89,2°C na estação Vostok em 21/07/1983).

Devido às baixas temperaturas registradas (a temperatura média varia de 0°C no verão no litoral a -65ºC no inverno no interior), a Antártica é o continente mais inóspito do planeta e, por isso, possui muitas regiões ainda não exploradas pelo homem.

Durante todo o ano cerca de 98% do território permanece congelado. E no inverno sua extensão chega a aumentar até 1mil km de largura por causa do gelo.

 

– Área total: 14 milhões km2 (aproximadamente)

– Área sem gelo: 280 mil km2 (aproximadamente)

– Área com gelo: 13,7 milhões km2 (aproximadamente)

– População permanente: 0 habitantes

– População não permanente (pesquisadores): cerca de 1.000

 

É recoberta por uma eterna camada de gelo que pode chegar a 3,7 km de espessura. Essa é a principal razão porque a Antártica é o continente com maior elevação média. Debaixo da camada de gelo existe abundantes recursos minerais, como petróleo, ferro e carvão. Durante o inverno seu tamanho chega a dobrar devido ao congelamento das águas oceânicas.

A região próxima ao Polo Sul é desprovida de fauna e flora, habitada apenas por cientistas das estações de pesquisa da Antártica. Já chegou a registrar 89°C negativos. O continente é governado por um tratado internacional.

antarctica

História

 

Os primeiros exploradores desta região atingiram o Pólo Sul somente em 1912 e o mapeamento do relevo foi feito por fotografias aéreas, única forma possível para atravessar o gelo. Ainda há muito que se estudar e observar neste continente, que tem muito a dizer sobre o passado glacial da Terra e sobre suas condições climáticas.

Juridicamente, a Antártida está sujeita ao Tratado da Antártida, pelo qual as várias nações que reivindicaram território no continente, com o propósito de explorar seus minérios nos grandes depósitos de carvão e outros minerais (Argentina, Austrália, Chile, França, Noruega, Nova Zelândia e Reino Unido) concordam em suspender as suas reivindicações, abrindo o continente à exploração científica.

Por esse motivo, e pela dureza das condições climáticas, a Antártica não tem população permanente, embora tenha uma população residente de cientistas e pessoal de apoio nas bases polares, que oscila, em seu número, entre o inverno e o verão.

Uma outra questão importante que envolve a região, na atualidade, é o derretimento das calotas polares. Com o aquecimento global, provocado pelo efeito estufa, enormes blocos de gelo ( icebergs ) têm se desprendido do pólo sul. Este fenômeno climático pode acarretar sérios danos no futuro caso continue. Pesquisadores afirmam que muitas cidades litorâneas podem desaparecer do mapa caso o quadro não seja revertido.

 

Fauna e Flora

 

Estima-se que na Antártica existam 150 espécies de peixes que se adaptaram para viver em locais muito frios. Devido a Convergência Antártica (encontro da Corrente Antártica Circumpolar com a correntes quentes do sul dos Oceanos Atlântico, Índico e Pacífico), esta região é considerada a mais nutritiva do planeta. É nesse lugar onde cresce o crustáceo que é a base da cadeia alimentar local, o krill, que serve de alimento para diversos animais marinhos. Em seus mares também, habitam criaturas como os golfinhos e as baleias (cachalotes e baleias azuis, por exemplo) que migram para regiões mais quentes no inverno. Outros habitantes são algumas espécies de focas, o lobo-marinho e o elefante marinho.

Quanto às aves, na Antártica encontram-se grandes quantidades de indivíduos da mesma espécie, mas a variedade de espécies é bem limitada. O animal típico da região é o pinguim. Chegam a ser encontradas populações com até 1,5 milhões de indivíduos. Outras aves do continente Antártico são os albatrozes, as skuas ou gaivota-rapineira além de outras espécies de gaivotas, o biguá, andorinhas do mar, espécies de pombas e os petréis (aves marítimas que podem chegar a 2,10 de envergadura).

Por causa do clima e do fato de a maior parte do solo permanecer congelada o ano todo, a flora na Antártica é bem simples. Consiste praticamente em algas, fungos, liquens, musgos e duas espécies de vegetais superiores que têm o crescimento inibido pelos animais (angiospermas e gramíneas).

pinguins-imperadores

Países que tem reivindicações de território na Antártida e nome dos territórios:

 

– Argentina (Terra do Fogo)
– Austrália (Território Antárctico Australiano)
– Chile (Região de Magalhães e Antártica Chilena)
– França (Terra Adélia)
– Nova Zelândia (Dependência de Ross)
– Noruega (Terra da Rainha Maud e Ilha de Pedro I)
– Reino Unido (Território Britânico da Antártica)

 

Bases científicas na Antártida

 

Atualmente, são 29 países que possuem bases científicas instaladas na Antártida. Aproximadamente mil cientistas fazem diversos experimentos na região. O Brasil é um destes países.

XII_Expedición_Antártica_1957_-_1958

Tratado Antártico 

 

O Tratado sobre a Antártica (ou Tratado Antártico), firmado em Washington em 1º de dezembro de 1959 e vigente desde 1961, que regulamenta o uso do continente Antártico. Envolveu países interessados em explorar ou pesquisar a região e tornou a região Antártica em uma RESERVA NATURAL CONSAGRADA À PAZ e À CIÊNCIA, e proíbe até 2047 a exploração econômica de seus recursos minerais.

Seus principais objetivos são: a não militarização e a não nuclearização do continente, liberdade de pesquisa científica, proteção do meio ambiente e congelamento de qualquer reivindicação territorial. Para atingir esses objetivos, o Tratado Antártico proíbe, especialmente, a mobilização e os testes com armas de todo tipo, inclusive as nucleares, bem como quaisquer medidas de caráter militar. Além disso, congela qualquer reivindicação territorial no continente branco.

Assinado originalmente por 12 países – África do Sul, Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, Estados Unidos, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Reino Unido e União Soviética (e depois pela Rússia) -, o documento entrou em vigor em 23 de junho de 1961. Atualmente, tem 50 Estados-membros. O governo americano é o depositário do Tratado.

Em 1991, um protocolo de proteção ambiental vinculado ao Tratado foi assinado em Madri. Com entrada em vigor em 1998, o Protocolo de Madri proíbe a mineração e a exploração de petróleo no continente gelado durante 50 anos. Vários textos anexos preveem a proteção da flora e da fauna, o controle do turismo, a prevenção da contaminação marinha e a eliminação dos dejetos. O acordo proíbe, ainda, as atividades que representem risco para a vida selvagem, como a utilização de pesticidas e a presença de cães.

O Brasil aderiu ao Tratado em 1975 e desde 1982 desenvolve atividades científicas na Antártica, um requisito para os países-membros signatários do documento.

antartica-20120227171811

Fontes:

 

http://www.infoescola.com/geografia/antartica-antartida/

http://www.suapesquisa.com/geografia/antartida/

http://www.bussolaescolar.com.br/geografia/antartica.htm

http://www.guiageo-antartica.com/

noticias.terra.com.br/ciencia/conheca-o-tratado-antartico,6f819d479eff4410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

http://www.jornaljovem.com.br/edicao17/antartida_conhecendo01.php

Tipos de Relevo

FORMAS DE RELEVO

O relevo descreve a topografia de uma região, ou seja a altura (quão elevada esta região se encontra), o aspecto (para qual direção as camadas inclinadas se direcionam), a forma (o formato em que a superfície se encontra) e a inclinação (o quão íngremes as camadas estão) de uma determinada região. Em termos mais técnicos mais simples, corresponde às variações que se apresentam sobre a camada superficial de uma dada região. Assim, podemos notar que o relevo terrestre apresenta diferentes fisionomias, isto é, áreas com diferentes características: algumas mais altas, outras mais baixas, algumas mais acidentadas, outras mais planas, entre outras feições.
Para melhor analisar e compreender a forma com que essas dinâmicas se revelam, foi elaborada uma classificação do relevo terrestre com base em suas características principais, dividindo-o em quatro diferentes formas básicas de relevo: as montanhas, os planaltos, as planícies e as depressões.

Planaltos

Os planaltos, também chamados de platôs, são áreas de altitudes variadas e limitadas, em um de seus lados, por superfície rebaixada. Os planaltos são originários das erosões provocadas por água ou vento. Os cumes dos planaltos são ligeiramente nivelados.

Exemplo: Planalto Central no Brasil, localizado em território dos estados de Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Planícies

É uma área geográfica caracterizada por superfície relativamente plana (pouca ou nenhuma variação de altitude). São encontradas, na maioria das vezes, em regiões de baixas altitudes. As planícies são formadas por rochas sedimentares. Nestas áreas, ocorre o acúmulo de sedimentos.
Exemplos: Planície Litorânea, Planície Amazônica e Planície do Pantanal.

Depressões

As depressões são regiões geográficas mais baixas do que as áreas em sua volta. Quando esta região situa-se numa altitude abaixo do nível do mar, ela é chamada de depressão absoluta. Quando são apenas mais baixas do que as áreas ao redor, são chamadas de depressões relativas. As crateras de vulcões desativados são consideradas depressões. É comum a formação de lagos nas depressões.
Exemplo: Depressão Sul Amazônica

Montanhas

As montanhas são formações geográficas originadas do choque (encontro) entre placas tectônicas. Quando ocorre este choque na crosta terrestre, o solo das regiões que sofrem o impacto acabam se elevando na superfície, formando assim as montanhas. Grande parte deste tipo de montanhas formaram-se na era geológica do Terciário. Existem também, embora menos comum, as montanhas formadas por vulcões.
Existem quatro tipos de montanhas: as vulcânicas, que se formam a partir de vulcões; as de erosão, que surgem a partir da erosão do relevo ao seu redor, levando milhões de anos para serem formadas; as falhadas, originadas a partir de falhamentos na crosta, que geram uma ruptura entre dois blocos terrestres, ficando soerguidos um sobre o outro; e as dobradas, que se originam a partir dos dobramentos terrestres causados pelo tectonismo. De todos esses tipos, o último é o mais comum.
As altitudes das montanhas são superiores as das regiões vizinhas. Quando ocorre um conjunto de montanhas, chamamos de cordilheira.
Exemplos: Aconcágua (Argentina), Pico da Neblina (Brasil), Logan (Canadá), Kilimanjaro (Tanzânia), Monte Everest (Nepal, China), Monte K2 (Paquistão, China), Monte Blanco (França, Itália).

FORMAS SECUNDÁRIAS DE RELEVO

Cuestas

Forma de relevo dissimétrico constituída por uma sucessão alternada das camadas com diferentes resistências ao desgaste e que se inclinam numa direção, formando um declive suave de um lado e um corte abrupto de outro. Os relevos do tipo cuestas também encontram-se associados a estruturas sedimentares, com ou sem intercalações de estratos basálticos. Diferenciam-se dos relevos tabuliformes por corresponderem a seções caracterizadas por camadas litoestratigráficas inclinadas, razão pela qual comumente aparecem nas bordas das bacias sedimentares, mergulhando em direção ao seu centro.

Exemplos: Depressão Periférica Paulista.

Tabuleiros

Forma de relevo constituída por pequenos platôs, de altitude em geral modesta, entre vinte e cinquenta metros, limitados por escarpas abruptas, denominadas barreiras.
São formados de argilas coloridas e arenito da série Barreiras, provavelmente do plioceno, no período terciário, de fácies desértica, desprovida de fósseis. Assentam-se em geral sobre sedimentos mesozóicos ou diretamente sobre o embasamento cristalino. A pobreza de seus solos sílico-argilosos não permite o desenvolvimento de vegetação abundante, o que explica a presença preponderante de plantas herbáceas e arbustivas, em geral rarefeitas, com tendência à xerofilia, bem patenteada pela existência de cactáceas. Por isso, a paisagem vegetal dos tabuleiros assemelha-se muitas vezes à da caatinga.

Exemplos: Mais frequentes no Nordeste, os tabuleiros podem ser também encontrados no interior da Amazônia e no Espírito Santo.

Chapadas

São formações com extensas superfícies planas em regiões de serras com altitudes geralmente superiores a 600 metros. É uma vasta planície com vegetação rasteira.

Exemplos: Chapada Diamantina – maior chapada brasileira está localizada na Bahia; Chapada dos Guimarães (MT); Chapada dos Veadeiros (GO).

Escarpas

É uma zona de transição entre diferentes províncias fisiogeográficas que envolve uma elevação aguda (superior a 45º), caracterizada pela formação de um penhasco ou uma encosta íngreme. A superfície desta encosta íngreme é chamada de rosto da escarpa. As escarpas geralmente são formadas pela erosão diferencial de rochas sedimentares ou pelo movimento vertical da crosta terrestre ao longo de uma falha geológica.

Morros

Ou colina, outeiro ou cerro (às vezes escrito serro) é um acidente geográfico constituído por pequena elevação de terreno com declive suave, com um desnível de quota de até cinquenta metros.

Fontes: www.brasil.gov.br, www.apadescalvado.cnpm.embrapa.br, marcosbau.com.br, www.suapesquisa.com, www.brasilescola.com