Arquivo da categoria: 2° Ano EM

China na Lua

Os meios de comunicação (ou “doutrinamento”) em massa não tem interesse em dar informações fora do eixo EUA / Europa.

Mas mesmo sendo uma notícia que alguns contestam, vocês precisam ler e ver essas notícias.

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/descoberto-telescopio-secreto-chines-que-esta-ha-dois-anos-na-lua-14102015

http://obutecodanet.ig.com.br/index.php/2016/02/10/fotos-da-primeira-viagem-lunar-da-china/#more-125355

smt-chinalua-gal-1

Material para a prova de Outubro – 2015

Material para os alunos dos 1º e 2º EM para as provas do mês de outubro de 2015!    BOM ESTUDO

1º EM – Aula – 1º EM – 4º Bim – 01 – Urbanização e População

2º EM – Aula – 2º EM – 4º Bim – 01 – Globalização e Blocos Econômicos

OBS: Lembrem-se, não vimos ainda todo o conteúdo destes arquivos, afinal, estes arquivos serão utilizados ao longo de todo 4º bimestre.

Provas de setembro

Como alguns alunos não estão achando no blog a matéria para a prova de setembro, segue novamente neste post.

Bons estudos!

Aula – 1º EM – 3º Bim – 01 – Industrialização Mundial

Aula – 1º EM – 3º Bim – 02 – Industrialização Brasileira

Aula – 2º EM – 3º Bim – 02 – Fordismo

Aula – 2º EM – 3º Bim – 03 – Questão Ambiental

Aula – 3º EM – 3º Bim – 02 – Energia

Material para o 2º EM – ppt

Material para os alunos do 2º EM sobre os conteúdos:

Migração                                                                                                             (arquivo 1)

Racismo                                                                                                               (arquivo 1)

Xenofobia                                                                                                           (arquivo 1)

Industrialização Mundial (Reino Unido e Estados Unidos)      (arquivo 1)

Industrialidação Brasileira                                                                       (arquivo 2)

Arquivo 1 – aula-migrac3a7c3a3o-racismo-e-industrializac3a7c3a3o-2.pptx

Arquivo 2 – aula-polc3adtica-brasileira-1930-a-2012.ppt

Qual a diferença entre Fascismo e Nazismo?

Fascismo

Entre as décadas de 1920 e 1940, surgiu e desenvolveu-se, em alguns países da Europa, o fascismo. Era um sistema político, econômico e social que ganhou força após a Primeira Guerra Mundial, principalmente na Itália país que estavam passando pela crise econômica. Na Itália, o fascismo foi representado pelo líder italiano Benito Mussolini.

Este sistema terminou com a derrota do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) na Segunda Guerra Mundial (1939-45).

O ‘Fascio di Combattimento’, ou Esquadra de Combate, que deu origem ao fascismo, buscou seu nome na expressão ‘fascio’, que significa feixe de varas. O feixe de varas, simbolizando união e força, vem do latim ‘fesce’, um feixe de varas que, junto com uma machadinha, era levado pelo ‘litor’, uma espécie de oficial de justiça que, na Roma antiga, seguia os magistrados para executar as decisões da justiça, com poderes para coagir, incluindo a aplicação de castigos físicos.

 

Principais características e ideias do fascismo:

– Totalitarismo: o sistema fascista era antidemocrático e concentrava poderes totais nas mãos do líder de governo. Este líder podia tomar qualquer tipo de decisão ou decretar leis sem consultar políticos ou representantes da sociedade.

– Nacionalismo: entre os fascistas era a ideologia baseada na ideia de que só o que é do país tem valor. Valorização extrema da cultura do próprio país em detrimento das outras, que são consideradas inferiores.

– Militarismo: altos investimentos na produção de armas e equipamentos de guerra. Fortalecimento das forças armadas como forma de ganhar poder entre as outras nações. Objetivo de expansão territorial através de guerras.

– Culto à força física: Nos países fascistas, desde jovens os jovens eram treinados e preparados fisicamente para uma possível guerra. O objetivo do estado fascista era preparar soldados fortes e saudáveis.

– Censura: Mussolini usaram este dispositivo para coibir qualquer tipo de crítica aos seus governos. Nenhuma notícia ou ideia, contrária ao sistema, poderia ser veiculadas em jornais, revistas, rádio ou cinema. Aqueles que arriscavam criticar o governo eram presos e até condenados a morte.

– Propaganda: os líderes fascistas usavam os meios de comunicação (rádios, cinema, revistas e jornais) para divulgarem suas ideologias.

– Antissocialíssimo: os fascistas eram totalmente contrários ao sistema socialista. Defendiam amplamente o capitalismo, tanto que obtiveram apoio político e financeiro de banqueiros, ricos comerciantes e industriais alemães e italianos.

 

Nazismo

naz

O Partido Nazista foi fundado em 1919, tendo como chefe nada menos do que, Adolf Hitler, austríaco que lutara no exército alemão. No mesmo ano, foi votada a nova Constituição da Alemanha. Tal constituição Estabelecia uma federação de 23 Estados, que passavam a ter uma Constituição democrática, enviando seus delegados a uma Assembléia Nacional.

A Suástica ou Cruz Gamada, é um dos símbolos mais antigo e difundido no mundo por várias civilizações. No Nazismo, o símbolo tinha o significado de Força, Liderança, Equilíbrio e o mais importante, Renovação para a Alemanha.

O Reichrast Hendenburg foi eleito presidente em 1925, em substituição a Ebert, falecido. A recuperação da Alemanha era bastante frágil. A crise econômica mundial de 1929 demonstrando esse fato, pois permitiria a ascensão ao poder do líder do Partido Nazista, Adolf Hitler. Ele se utilizou do descontentamento dos alemães com o governo para obter cada vez mais adeptos. O Partido Nazista imitou o Partido Fascista: tinha tropas de choque e empregava métodos violentos contra socialistas, comunistas e judeus, além de perseguir sindicatos e jornais.

Em 1923, a França invadiu o centro industrial da Alemanha. Para forçar sua retirada, o governo alemão incentivou a greve na região e passou a pagar parte dos salários, aumentando a inflação. O desespero mediante ao caos que se instalava aumentou o número de adeptos do Partido Nazista. Hitler iniciou então uma revolução em Munique, mas fracassou, e ficou preso por alguns meses. Ele afirmava que os lemas eram superiores em termos raciais, e que o nazismo deveria conduzir o mundo.

Pregava a necessidade de se manter a pureza da raça ariana, eliminando de se manter a pureza da raça ariana, eliminando os judeus da Alemanha. Os judeus eram acusados de capitalistas, que enfraqueciam a Alemanha.

Quando Hitler chegou a poder, utilizou-se de suas tropas de choque para se livrar de adversários políticos. E em 1932 elegeu 230 deputados de seu partido. Em 1934, morreu o presidente alemão. Hitler, que assumiria em 1933 como primeiro-ministro, impôs uma ditadura violenta.

Pessoas de destaque da oposição foram enviadas para campos de concentração. Todos os estados ficaram centralizados pelas ordens de Hitler. Os judeus perderam a cidadania e passaram a ser perseguidos. Todos eram obrigados a exercer a doutrina nazista.

Tal período de extrema hegemonia e de totalitarismo por parte do Estado, e tremenda crueldade do Partida Nazista com os judeus, por pregar uma “raça superior” ficou conhecido como Nazismo.

 

Principais características e ideias do nazismo

O regime Nazista era semelhante ao regime Fascista, mas no nazismo, o racismo era muito mais acentuado.

O item acima é explicado a um fundamento racista: superioridade da chamada “raça ariana”

Este regime caracterizava-se principalmente pelo Totalitarismo e Racismo

 

Fonte:

http://www.suapesquisa.com

http://www.linkatual.com

Guerra da Secessão (1861 – 1865)

Introdução:

 

A Guerra de Secessão que é também chamada de Guerra Civil Americana, foi um conflito militar que ocorreu entre estados do norte e estados do sul dos nos Estados Unidos, entre os anos de 1861 e 1865 e que foi determinante para o destino do país.

 

Causas:

 

No decorrer do século XIX, as regiões norte e sul do país assumiram características diferenciadas. Os estados do sul tinham uma economia baseada no latifúndio escravista e na produção, principalmente de algodão, voltada para a exportação. Enquanto isso, os estados do norte defendiam a abolição da escravidão e possuíam suas economias baseadas na indústria. Esta diferença de interesses se tornou tamanha que levou a um conflito direto entre as regiões. De forma geral, a demanda política dessas duas regiões da economia estadunidense criou um campo de tensões onde o favorecimento de uma significava a ruína da outra

O norte dos Estados Unidos recebeu um grande número de imigrantes que se tornou mão-de-obra para os empreendimentos industriais que vinham se expandindo. Logo os investimentos se transformaram em uma grande industrialização que resultaram em um enorme crescimento econômico da região norte. O poderio obtido pela burguesia industrial naturalmente se converteu em representatividade política e disputa por interesses. Por outro lado, a região sul dos Estados Unidos desenvolvia um sistema tradicional de produção baseada em grandes propriedades e, sobretudo, na utilização de mão-de-obra escrava. Assim, os interesses da burguesia industrial do norte do país entraram em choque com os interesses da aristocracia agrária do sul do país, convertendo-se em grandes tensões políticas e sociais.

 

A Guerra:

O ambiente ficou mais acirrado nos Estados Unidos quando, em 1861, Abraham Lincoln venceu as eleições presidenciais. O novo presidente era um republicano contrário à escravidão ainda praticada no sul do país. Naquela época, os Estados Unidos eram formados por 24 estados, dos quais 15 adotavam a escravidão como prática legal. Em função da clara diferença de interesses entre os grupos, onze estados defensores da escravidão como elemento dos meios de produção uniram-se e declararam-se independentes do restante do país. A secessão criou um novo país com o nome de Estados Confederados da América. Mais do que nunca, estava declarada a divergência entre as regiões e evidente a fragmentação do país. No dia 12 de abril de 1861, forças armadas representantes dos estados confederados do sul que haviam fundado um novo país atacaram o Fort Sumter, posto militar dos estados do norte, na Carolina do Sul. Seria o estopim para o início efetivo de uma guerra.

A Guerra de Secessão colocou em conflito armado os onze estados confederados do sul do país contra os estados do norte. Os sulistas defendiam interesses aristocráticos, latifundiários e escravistas, práticas que determinavam a economia e o modo de produção da região. Por outro lado, os habitantes do norte do país já haviam desenvolvido significativa capacidade industrial e, em geral, descartavam o uso da mão-de-obra escrava como opção correta para o crescimento econômico. Estas diferenças seriam fundamentais para se determinar o progresso econômico do país e as causas da guerra. A região norte estava interessada em expandir o mercado interno e implementar barreiras protecionistas para que seus produtos tivessem vasão e a industrialização continuasse em crescimento. Já o sul acompanhava o modelo semelhante ao desenvolvido no Brasil, defendendo a abertura para as agro-exportações em uma produção sedimentada no trabalho escravo de negros africanos.

A Guerra de Secessão durou até o dia 28 de junho de 1865, quando tropas remanescentes dos estados confederados do sul assinaram a rendição. Foi o conflito que mais mortes causou entre os estadunidenses, matando aproximadamente 970 mil pessoas. O resultado da guerra foi a demonstração do poder dos estados do norte, que já eram mais desenvolvidos do que os estados do sul. Ao fim do conflito, com os interesses da região sul derrotados, os Estados Unidos aboliram por completo a escravidão no país e assumiram uma postura econômica na linha dos interesses do norte, guiada para o desenvolvimento industrial e expansão do mercado interno. Elementos que permitiram o enorme desenvolvimento tecnológico e econômico do pais e criaria as condições necessárias para que os Estados Unidos assumissem posição de destaque no mundo na época da Primeira Guerra Mundial.

Consequências:

1) A escravidão foi abolida, atendendo aos interesses dos estados do norte. Apesar disso, os negros não tiveram nenhum programa governamental que lhes garantissem a integração social. Após a liberdade, foram marginalizados pela sociedade.

2) A região sul foi ocupada militarmente até o ano de 1877.

3) O processo de industrialização do norte intensificou-se ainda mais, gerando mais riqueza na região. Por outro lado, o sul passou por uma crise, perdendo influência política.

 

Fontes:

http://www.infoescola.com/

http://www.suapesquisa.com/

http://www.brasilescola.com/

Recordes na Geografia Mundial

Recordes no Planeta Terra

 

1. A maior cordilheira

Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.

2. A maior ilha


Groenlândia, com 2.175.600 km².

3. A montanha mais alta


Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.

4. O lago mais alto


O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.

5. O lago mais profundo


Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.

6. O maior golfo


Golfo do México, com 1.502.200 km².

7. O maior lago


Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, com 372.000 km² e 980 metros de profundidade. É o tamanho do Japão.

8. O maior rio em extensão

Amazonas, com 7.025 quilômetros.

9. A maior sombra

A figueira-de-bengala, árvore indiana, é o maior guarda-sol natural do mundo. Em sua sombra, podem se acomodar 20 ml pessoas.

10. A caverna mais profunda


Caverna Krubera, na República de Abkhazia. Em 2001, exploradores demoraram duas semanas para conseguir chegar aos 2.191 metros de profundidade.

Fonte: www.guiadoscuriosos.com.br

Continente Antártico

A Antártica situa-se quase inteiramente dentro do círculo polar antártico, rodeando o Polo Sul e sendo cercado pelo Oceano Antártico, que fica entre o Oceano Pacífico e o Atlântico. Devido ao frio intenso com ventos violentos, esta região, permanentemente coberta pelo gelo, possui condições desfavoráveis para quase todo meio de vida, porém, vivem ali os pinguins, que procuram seu alimento no mar, focas e também um grande número de baleias.

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A Antártica é o quinto continente em extensão, é o único sem divisão geopolítica. Com o interior tão seco quanto o deserto do Saara, com ventos intensos que chegam a 327 km/h, a Antártida é três vezes mais alta que qualquer outro continente e é também o continente onde foi registrada a temperatura mais fria de todos os tempos (-89,2°C na estação Vostok em 21/07/1983).

Devido às baixas temperaturas registradas (a temperatura média varia de 0°C no verão no litoral a -65ºC no inverno no interior), a Antártica é o continente mais inóspito do planeta e, por isso, possui muitas regiões ainda não exploradas pelo homem.

Durante todo o ano cerca de 98% do território permanece congelado. E no inverno sua extensão chega a aumentar até 1mil km de largura por causa do gelo.

 

– Área total: 14 milhões km2 (aproximadamente)

– Área sem gelo: 280 mil km2 (aproximadamente)

– Área com gelo: 13,7 milhões km2 (aproximadamente)

– População permanente: 0 habitantes

– População não permanente (pesquisadores): cerca de 1.000

 

É recoberta por uma eterna camada de gelo que pode chegar a 3,7 km de espessura. Essa é a principal razão porque a Antártica é o continente com maior elevação média. Debaixo da camada de gelo existe abundantes recursos minerais, como petróleo, ferro e carvão. Durante o inverno seu tamanho chega a dobrar devido ao congelamento das águas oceânicas.

A região próxima ao Polo Sul é desprovida de fauna e flora, habitada apenas por cientistas das estações de pesquisa da Antártica. Já chegou a registrar 89°C negativos. O continente é governado por um tratado internacional.

antarctica

História

 

Os primeiros exploradores desta região atingiram o Pólo Sul somente em 1912 e o mapeamento do relevo foi feito por fotografias aéreas, única forma possível para atravessar o gelo. Ainda há muito que se estudar e observar neste continente, que tem muito a dizer sobre o passado glacial da Terra e sobre suas condições climáticas.

Juridicamente, a Antártida está sujeita ao Tratado da Antártida, pelo qual as várias nações que reivindicaram território no continente, com o propósito de explorar seus minérios nos grandes depósitos de carvão e outros minerais (Argentina, Austrália, Chile, França, Noruega, Nova Zelândia e Reino Unido) concordam em suspender as suas reivindicações, abrindo o continente à exploração científica.

Por esse motivo, e pela dureza das condições climáticas, a Antártica não tem população permanente, embora tenha uma população residente de cientistas e pessoal de apoio nas bases polares, que oscila, em seu número, entre o inverno e o verão.

Uma outra questão importante que envolve a região, na atualidade, é o derretimento das calotas polares. Com o aquecimento global, provocado pelo efeito estufa, enormes blocos de gelo ( icebergs ) têm se desprendido do pólo sul. Este fenômeno climático pode acarretar sérios danos no futuro caso continue. Pesquisadores afirmam que muitas cidades litorâneas podem desaparecer do mapa caso o quadro não seja revertido.

 

Fauna e Flora

 

Estima-se que na Antártica existam 150 espécies de peixes que se adaptaram para viver em locais muito frios. Devido a Convergência Antártica (encontro da Corrente Antártica Circumpolar com a correntes quentes do sul dos Oceanos Atlântico, Índico e Pacífico), esta região é considerada a mais nutritiva do planeta. É nesse lugar onde cresce o crustáceo que é a base da cadeia alimentar local, o krill, que serve de alimento para diversos animais marinhos. Em seus mares também, habitam criaturas como os golfinhos e as baleias (cachalotes e baleias azuis, por exemplo) que migram para regiões mais quentes no inverno. Outros habitantes são algumas espécies de focas, o lobo-marinho e o elefante marinho.

Quanto às aves, na Antártica encontram-se grandes quantidades de indivíduos da mesma espécie, mas a variedade de espécies é bem limitada. O animal típico da região é o pinguim. Chegam a ser encontradas populações com até 1,5 milhões de indivíduos. Outras aves do continente Antártico são os albatrozes, as skuas ou gaivota-rapineira além de outras espécies de gaivotas, o biguá, andorinhas do mar, espécies de pombas e os petréis (aves marítimas que podem chegar a 2,10 de envergadura).

Por causa do clima e do fato de a maior parte do solo permanecer congelada o ano todo, a flora na Antártica é bem simples. Consiste praticamente em algas, fungos, liquens, musgos e duas espécies de vegetais superiores que têm o crescimento inibido pelos animais (angiospermas e gramíneas).

pinguins-imperadores

Países que tem reivindicações de território na Antártida e nome dos territórios:

 

– Argentina (Terra do Fogo)
– Austrália (Território Antárctico Australiano)
– Chile (Região de Magalhães e Antártica Chilena)
– França (Terra Adélia)
– Nova Zelândia (Dependência de Ross)
– Noruega (Terra da Rainha Maud e Ilha de Pedro I)
– Reino Unido (Território Britânico da Antártica)

 

Bases científicas na Antártida

 

Atualmente, são 29 países que possuem bases científicas instaladas na Antártida. Aproximadamente mil cientistas fazem diversos experimentos na região. O Brasil é um destes países.

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Tratado Antártico 

 

O Tratado sobre a Antártica (ou Tratado Antártico), firmado em Washington em 1º de dezembro de 1959 e vigente desde 1961, que regulamenta o uso do continente Antártico. Envolveu países interessados em explorar ou pesquisar a região e tornou a região Antártica em uma RESERVA NATURAL CONSAGRADA À PAZ e À CIÊNCIA, e proíbe até 2047 a exploração econômica de seus recursos minerais.

Seus principais objetivos são: a não militarização e a não nuclearização do continente, liberdade de pesquisa científica, proteção do meio ambiente e congelamento de qualquer reivindicação territorial. Para atingir esses objetivos, o Tratado Antártico proíbe, especialmente, a mobilização e os testes com armas de todo tipo, inclusive as nucleares, bem como quaisquer medidas de caráter militar. Além disso, congela qualquer reivindicação territorial no continente branco.

Assinado originalmente por 12 países – África do Sul, Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, Estados Unidos, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Reino Unido e União Soviética (e depois pela Rússia) -, o documento entrou em vigor em 23 de junho de 1961. Atualmente, tem 50 Estados-membros. O governo americano é o depositário do Tratado.

Em 1991, um protocolo de proteção ambiental vinculado ao Tratado foi assinado em Madri. Com entrada em vigor em 1998, o Protocolo de Madri proíbe a mineração e a exploração de petróleo no continente gelado durante 50 anos. Vários textos anexos preveem a proteção da flora e da fauna, o controle do turismo, a prevenção da contaminação marinha e a eliminação dos dejetos. O acordo proíbe, ainda, as atividades que representem risco para a vida selvagem, como a utilização de pesticidas e a presença de cães.

O Brasil aderiu ao Tratado em 1975 e desde 1982 desenvolve atividades científicas na Antártica, um requisito para os países-membros signatários do documento.

antartica-20120227171811

Fontes:

 

http://www.infoescola.com/geografia/antartica-antartida/

http://www.suapesquisa.com/geografia/antartida/

http://www.bussolaescolar.com.br/geografia/antartica.htm

http://www.guiageo-antartica.com/

noticias.terra.com.br/ciencia/conheca-o-tratado-antartico,6f819d479eff4410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

http://www.jornaljovem.com.br/edicao17/antartida_conhecendo01.php

Tipos de Relevo

FORMAS DE RELEVO

O relevo descreve a topografia de uma região, ou seja a altura (quão elevada esta região se encontra), o aspecto (para qual direção as camadas inclinadas se direcionam), a forma (o formato em que a superfície se encontra) e a inclinação (o quão íngremes as camadas estão) de uma determinada região. Em termos mais técnicos mais simples, corresponde às variações que se apresentam sobre a camada superficial de uma dada região. Assim, podemos notar que o relevo terrestre apresenta diferentes fisionomias, isto é, áreas com diferentes características: algumas mais altas, outras mais baixas, algumas mais acidentadas, outras mais planas, entre outras feições.
Para melhor analisar e compreender a forma com que essas dinâmicas se revelam, foi elaborada uma classificação do relevo terrestre com base em suas características principais, dividindo-o em quatro diferentes formas básicas de relevo: as montanhas, os planaltos, as planícies e as depressões.

Planaltos

Os planaltos, também chamados de platôs, são áreas de altitudes variadas e limitadas, em um de seus lados, por superfície rebaixada. Os planaltos são originários das erosões provocadas por água ou vento. Os cumes dos planaltos são ligeiramente nivelados.

Exemplo: Planalto Central no Brasil, localizado em território dos estados de Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Planícies

É uma área geográfica caracterizada por superfície relativamente plana (pouca ou nenhuma variação de altitude). São encontradas, na maioria das vezes, em regiões de baixas altitudes. As planícies são formadas por rochas sedimentares. Nestas áreas, ocorre o acúmulo de sedimentos.
Exemplos: Planície Litorânea, Planície Amazônica e Planície do Pantanal.

Depressões

As depressões são regiões geográficas mais baixas do que as áreas em sua volta. Quando esta região situa-se numa altitude abaixo do nível do mar, ela é chamada de depressão absoluta. Quando são apenas mais baixas do que as áreas ao redor, são chamadas de depressões relativas. As crateras de vulcões desativados são consideradas depressões. É comum a formação de lagos nas depressões.
Exemplo: Depressão Sul Amazônica

Montanhas

As montanhas são formações geográficas originadas do choque (encontro) entre placas tectônicas. Quando ocorre este choque na crosta terrestre, o solo das regiões que sofrem o impacto acabam se elevando na superfície, formando assim as montanhas. Grande parte deste tipo de montanhas formaram-se na era geológica do Terciário. Existem também, embora menos comum, as montanhas formadas por vulcões.
Existem quatro tipos de montanhas: as vulcânicas, que se formam a partir de vulcões; as de erosão, que surgem a partir da erosão do relevo ao seu redor, levando milhões de anos para serem formadas; as falhadas, originadas a partir de falhamentos na crosta, que geram uma ruptura entre dois blocos terrestres, ficando soerguidos um sobre o outro; e as dobradas, que se originam a partir dos dobramentos terrestres causados pelo tectonismo. De todos esses tipos, o último é o mais comum.
As altitudes das montanhas são superiores as das regiões vizinhas. Quando ocorre um conjunto de montanhas, chamamos de cordilheira.
Exemplos: Aconcágua (Argentina), Pico da Neblina (Brasil), Logan (Canadá), Kilimanjaro (Tanzânia), Monte Everest (Nepal, China), Monte K2 (Paquistão, China), Monte Blanco (França, Itália).

FORMAS SECUNDÁRIAS DE RELEVO

Cuestas

Forma de relevo dissimétrico constituída por uma sucessão alternada das camadas com diferentes resistências ao desgaste e que se inclinam numa direção, formando um declive suave de um lado e um corte abrupto de outro. Os relevos do tipo cuestas também encontram-se associados a estruturas sedimentares, com ou sem intercalações de estratos basálticos. Diferenciam-se dos relevos tabuliformes por corresponderem a seções caracterizadas por camadas litoestratigráficas inclinadas, razão pela qual comumente aparecem nas bordas das bacias sedimentares, mergulhando em direção ao seu centro.

Exemplos: Depressão Periférica Paulista.

Tabuleiros

Forma de relevo constituída por pequenos platôs, de altitude em geral modesta, entre vinte e cinquenta metros, limitados por escarpas abruptas, denominadas barreiras.
São formados de argilas coloridas e arenito da série Barreiras, provavelmente do plioceno, no período terciário, de fácies desértica, desprovida de fósseis. Assentam-se em geral sobre sedimentos mesozóicos ou diretamente sobre o embasamento cristalino. A pobreza de seus solos sílico-argilosos não permite o desenvolvimento de vegetação abundante, o que explica a presença preponderante de plantas herbáceas e arbustivas, em geral rarefeitas, com tendência à xerofilia, bem patenteada pela existência de cactáceas. Por isso, a paisagem vegetal dos tabuleiros assemelha-se muitas vezes à da caatinga.

Exemplos: Mais frequentes no Nordeste, os tabuleiros podem ser também encontrados no interior da Amazônia e no Espírito Santo.

Chapadas

São formações com extensas superfícies planas em regiões de serras com altitudes geralmente superiores a 600 metros. É uma vasta planície com vegetação rasteira.

Exemplos: Chapada Diamantina – maior chapada brasileira está localizada na Bahia; Chapada dos Guimarães (MT); Chapada dos Veadeiros (GO).

Escarpas

É uma zona de transição entre diferentes províncias fisiogeográficas que envolve uma elevação aguda (superior a 45º), caracterizada pela formação de um penhasco ou uma encosta íngreme. A superfície desta encosta íngreme é chamada de rosto da escarpa. As escarpas geralmente são formadas pela erosão diferencial de rochas sedimentares ou pelo movimento vertical da crosta terrestre ao longo de uma falha geológica.

Morros

Ou colina, outeiro ou cerro (às vezes escrito serro) é um acidente geográfico constituído por pequena elevação de terreno com declive suave, com um desnível de quota de até cinquenta metros.

Fontes: www.brasil.gov.br, www.apadescalvado.cnpm.embrapa.br, marcosbau.com.br, www.suapesquisa.com, www.brasilescola.com