Publicado por: mpv | 20 de novembro de 2016

Material 2º EM – Globalização e Blocos Econômicos

2o-em-4o-bim-globalizacao-e-blocos-economicos

Publicado por: mpv | 18 de novembro de 2016

Petróleo a partir do Esgoto

Cientistas produzem petróleo a partir do esgoto

Publicado por: mpv | 4 de novembro de 2016

Material 1º EM – Urbanização e População

Material para os alunos do 1º EM relativo aos conteúdos Urbanização e População Mundial – 1o-em-4o-bim-01-urbanizacao-e-populacao

Publicado por: mpv | 20 de setembro de 2016

Material ENEM 2016 – até agora

enem-2016-aula-01-blocos-e-economia

enem-2016-aula-02-oriente-medio-conflitos

Publicado por: mpv | 16 de setembro de 2016

Material para provas de Setembro – EM

Caros alunos do Ensino Médio, segue abaixo os arquivos utilizados no mês de Setembro

1º EM – 1o-em-3o-bim-01-industrializacao-mundial

2º EM – 2o-em-3o-bim-agricultura  e  2o-em-3o-bim-fordismo

3º EM – 3o-em-3o-bim-geo-fisica e 3o-em-3o-bim-hidrografia-brasileira

Publicado por: mpv | 4 de agosto de 2016

2º EM – Material sobre Fontes de Energia

Material em Power Point sobre as fontes de energia renovável e não renovável – 2º EM – 3º Bim – Energia

Publicado por: mpv | 14 de abril de 2016

Material para Estudos – meses de Abril

3º EM – 3º EM – 1º Bim – 04 – Conflitos Internacionais

3º EM – 3º EM – 1º Bim – 03 – Indústria

Publicado por: mpv | 17 de março de 2016

Aulas do 3º EM em PDF

Atendendo a pedidos, seguem as aulas do 3º EM – Fevereiro e Março, em versão PDF:

3º EM – 1º Bim – 01 – Geo Física

3º EM – 1º Bim – 02 – Meios Nat x Artf

3º EM – 1º Bim – 03 – Indústria

 

Publicado por: mpv | 3 de março de 2016

2º EM – Desfragmentação

Iugoslávia, Tchecoslováquia, África, América Latina – LINK

Publicado por: mpv | 3 de março de 2016

3º EM – Fevereiro e Março

Aulas:

Meio Natural x Artificial  – LINK

Geografia Física                 – LINK

Industrialização                 – LINK

 

 

Publicado por: mpv | 14 de fevereiro de 2016

Arquivos para asulas de Geografia E.M.

1º Bimestre – 2016 – arquivos em Power Point

1º EM – Geografia Física                   – LINK

2º EM – Desfragmentação (URSS)     – LINK

3º EM – Meio Natural x Meio Artificial – LINK

Publicado por: mpv | 13 de fevereiro de 2016

China na Lua

Os meios de comunicação (ou “doutrinamento”) em massa não tem interesse em dar informações fora do eixo EUA / Europa.

Mas mesmo sendo uma notícia que alguns contestam, vocês precisam ler e ver essas notícias.

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/descoberto-telescopio-secreto-chines-que-esta-ha-dois-anos-na-lua-14102015

http://obutecodanet.ig.com.br/index.php/2016/02/10/fotos-da-primeira-viagem-lunar-da-china/#more-125355

smt-chinalua-gal-1

Publicado por: mpv | 27 de outubro de 2015

Geografia da America do Sul e Física – 3º EM

Pronto.. tão aqui (bruna kkk) –  Aula – 3º EM – 4º Bim – 01 – América do Sul     –     Aula – Geografia Física

Publicado por: mpv | 21 de outubro de 2015

Material para a prova de Outubro – 2015

Material para os alunos dos 1º e 2º EM para as provas do mês de outubro de 2015!    BOM ESTUDO

1º EM – Aula – 1º EM – 4º Bim – 01 – Urbanização e População

2º EM – Aula – 2º EM – 4º Bim – 01 – Globalização e Blocos Econômicos

OBS: Lembrem-se, não vimos ainda todo o conteúdo destes arquivos, afinal, estes arquivos serão utilizados ao longo de todo 4º bimestre.

Publicado por: mpv | 22 de setembro de 2015

Provas de setembro

Como alguns alunos não estão achando no blog a matéria para a prova de setembro, segue novamente neste post.

Bons estudos!

Aula – 1º EM – 3º Bim – 01 – Industrialização Mundial

Aula – 1º EM – 3º Bim – 02 – Industrialização Brasileira

Aula – 2º EM – 3º Bim – 02 – Fordismo

Aula – 2º EM – 3º Bim – 03 – Questão Ambiental

Aula – 3º EM – 3º Bim – 02 – Energia

Site interessante que dá várias informações sobre a população mundial e sobre a sua participação nesta população. Bem interessante:

http://population.io/

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Publicado por: mpv | 19 de agosto de 2015

Origem das Favelas – muito bom!!!

Página explica de forma clara e com ilustrações a origem das favelas no Rio de Janeiro. Vale a pena conferir!

Folha de São Paulo   http://arte.folha.uol.com.br/tudo-sobre/rio-em-transformacao/a-voz-do-morro/

Publicado por: mpv | 18 de agosto de 2015

3ª Mostra Científica para Jovens Talentos de Sorocaba

Alunos do ensino médio, leiam a matéria que disse pra vocês:

unessp

http://www.sorocaba.unesp.br/#!/extensao/mostra-de-ciencias1463/

Material para os alunos do 3º EM sobre desiguladade social e favelização –3º EM

Material para o 3º Bimestre para os alunos do 2º EM  sobre agricultura e pecuária – 2º EM

Publicado por: mpv | 17 de agosto de 2015

Material do 3º Bimestre 1º EM (agosto) – Industrialização

Arquivo do Power Point sobre industrialização mundial – 1º EM

Publicado por: mpv | 9 de junho de 2015

Capitalismo – Socialismo – Guerra Fria

Material para os alunos do 1º ano do Ensino Médio sobre Capitalismo, Socialismo e a Guerra Fria – Aula – Capitalismo – Socialismo – Guerra Fria

Publicado por: mpv | 27 de maio de 2015

As cidades mais violentas do mundo

Recentemente foi publicada a listagem feitas pela ONG mexicana Conselho Cidadão pela Seguridade Social Pública e Justiça Penal, onde foram listadas as 50 cidades mais violentas do mundo. O Brasil, infelizmente, está com 19 cidades nesta fatídica lista.

Para muitos causa estranheza que as capitais São Paulo e Rio de Janeiro não tenham sido citadas, mas isso só mostra que a situação das cidades que aqui apareceram é realmente muito mais grave do que estamos acostumados a ver nas TVs. Afinal, nem todas elas “vendem” a violência nos telejornais e nos pseudo-noticiários, como as grandes metrópoles do sudeste brasileiro. 1. San Pedro Sula, Honduras teve 171,20 homicídios por 100.000 habitantes.

2. Caracas, Venezuela tinha 115,98 homicídios por 100.000 habitantes.

3. Acapulco, México teve 104,16 homicídios por 100.000 habitantes.

4. João Pessoa, o Brasil teve 79,41 homicídios por 100.000 habitantes.

5. Distrito Central, Honduras teve 77,65 homicídios por 100.000 habitantes.

6. Maceió, o Brasil teve 72,91 homicídios por 100.000 habitantes.

7. Valencia, Venezuela teve 71,08 homicídios por 100.000 habitantes.

8. Fortaleza, o Brasil teve 66,55 homicídios por 100.000 habitantes.

9. Cali, Colômbia teve 65,25 homicídios por 100.000 habitantes.

10. São Luís, o Brasil teve 64,71 homicídios por 100.000 habitantes.

11. Natal, o Brasil teve 63,68 homicídios por 100.000 habitantes.

12. Ciudad Guayana, Venezuela teve 62,13 homicídios por 100.000 habitantes.

13. San Salvador, El Salvador teve 61,21 homicídios por 100.000 habitantes.

14. Cidade do Cabo, África do Sul teve 60 homicídios por 100.000 habitantes.

15. Vitoria, o Brasil teve 57 homicídios por 100.000 habitantes.

16. Cuiabá, o Brasil teve 56,46 homicídios por 100.000 habitantes.

17. Salvador (e RMS), o Brasil teve 54,31 homicídios por 100.000 habitantes.

18. Belém, o Brasil teve 53,06 homicídios por 100.000 habitantes.

19. St. Louis, Missouri teve 49,93 homicídios por 100.000 habitantes.

20. Teresina, o Brasil teve 49,49 homicídios por 100.000 habitantes.

21. Barquisimeto, Venezuela teve 46,46 homicídios por 100.000 habitantes.

22. Detroit, Michigan teve 44,87 homicídios por 100.000 habitantes.

23. Goiânia, o Brasil teve 44,82 homicídios por 100.000 habitantes.

24. Culiacán, México teve 42,17 homicídios por 100.000 habitantes.

25. Guatemala, Guatemala teve 41,90 homicídios por 100.000 habitantes.

26. Kingston, Jamaica teve 40,59 homicídios por 100.000 habitantes.

27. Juárez, México teve 39,94 homicídios por 100.000 habitantes.

28. New Orleans, Louisiana teve 39,61 homicídios por 100.000 habitantes.

29. Recife, o Brasil teve 39,05 homicídios por 100.000 habitantes.

30. Campina Grande, o Brasil teve 37,97 homicídios por 100.000 habitantes.

31. Obregón, México teve 37,71 homicídios por 100.000 habitantes.

32. Palmira, Colômbia teve 37,66 homicídios por 100.000 habitantes.

33. Manaus, o Brasil teve 37,07 homicídios por 100.000 habitantes.

34. Nuevo Laredo, México teve 34,92 homicídios por 100.000 habitantes.

35. Nelson Mandela Bay, África do Sul teve 34,89 homicídios por 100.000 habitantes.

36. Pereira, Colômbia teve 34,68 homicídios por 100.000 habitantes.

37. Porto Alegre, o Brasil teve 34,65 homicídios por 100.000 habitantes.

38. Durban, África do Sul teve 34,48 homicídios por 100.000 habitantes.

39. Aracaju, o Brasil teve 34,19 homicídios por 100.000 habitantes.

40. Baltimore, Maryland teve 33,92 homicídios por 100.000 habitantes.

41. Victoria, México teve 33,91 homicídios por 100.000 habitantes.

42. Belo Horizonte, o Brasil teve 33,39 homicídios por 100.000 habitantes.

43. Chihuahua, México teve 33,29 homicídios por 100.000 habitantes.

44. Curitiba, o Brasil teve 31,48 homicídios por 100.000 habitantes.

45. Tijuana, México teve 29,90 homicídios por 100.000 habitantes.

46. ​​Macapá, Brasil, teve 28,87 homicídios por 100.000 habitantes.

47. Cúcuta, Colômbia, teve 28,43 homicídios por 100.000 habitantes.

48. Torreón, México, teve 27,81 homicídios por 100.000 habitantes.

49. Medellín, Colômbia, teve 26,91 homicídios por 100.000 habitantes.

50. Cuernavaca, México, teve 25,45 homicídios por 100.000 habitantes.

Publicado por: mpv | 14 de maio de 2015

Material para o 2º EM – ppt

Material para os alunos do 2º EM sobre os conteúdos:

Migração                                                                                                             (arquivo 1)

Racismo                                                                                                               (arquivo 1)

Xenofobia                                                                                                           (arquivo 1)

Industrialização Mundial (Reino Unido e Estados Unidos)      (arquivo 1)

Industrialidação Brasileira                                                                       (arquivo 2)

Arquivo 1 – aula-migrac3a7c3a3o-racismo-e-industrializac3a7c3a3o-2.pptx

Arquivo 2 – aula-polc3adtica-brasileira-1930-a-2012.ppt

Publicado por: mpv | 27 de março de 2015

Brasil – pátria educadora

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 Fonte:

http://obutecodanet.ig.com.br/

Publicado por: mpv | 25 de março de 2015

O Continente Perdido de Atlântida – Verdade ou Lenda?

HISTÓRIA

Sem título-1

Atlântida é uma lendária ilha ou continente cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida”. Segundo Platão, o continente estaria localizado além das Colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar), e seria maior que a Líbia e a África juntas. Conforme a lenda, nos primeiros tempos, os deuses fizeram entre si a partilha do mundo e Atlântida passou a pertencer à Poseidon.

Poseidon, que viveu na ilha por longo tempo em companhia da jovem Clito, dividiu a região em dez partes, cedendo-as a cada um dos dez filhos. Todos os reis de Atlântida obedeciam ao irmão Atlas, filho mais velho de Poseidon.

Os soberanos da misteriosa ilha, explorando suas riquezas, como o ferro, o cobre e o ouro, fundaram grandes e ricas cidades, alcançando progresso e grande poderio. Mas fracassaram na sua tentativa de dominar os atenienses, que os repeliram com um poderoso exército. Ainda segundo a narrativa de Platão, baseada em informações obtidas de sacerdotes egípcios, os atlantes entregaram-se aos vícios e perverssões, atraindo a ira de Zeus (deus do céu)’, que causou sua destruição há 12.000 anos, com grandes maremotos e tremores.

Platão, o filósofo grego, descreveu em seu livro, “A Atlântida”, diversas teorias que tratam da existência e desaparecimento do continente. Segundo os especialistas, a Atlântida teria desaparecido há mais ou menos 10.000 ou 12.000 anos trás. As causas foram várias. A mais conhecida é a do continente ter sido submerso devido ao fim da última glaciação pelo qual o planeta passou. Há cerca de 80.000 anos atrás começou esse período, e acabou justamente entre 10.000 e 12.000 anos atrás. A conseqüência do fim do período glacial é o derretimento de grande parte do gelo acumulado e o aumento do nível dos Oceanos.

A Atlântida é considerado um dos maiores mistérios da humanidade. Será que ela realmente existiu um dia? E se existiu o que terá de fato acontecido?

 

LOCALIZAÇÃO

Outra questão que intriga e provoca discussões entre os especialistas, é sobre a localização do continente. A maioria acredita que a Atlântida se localizava onde hoje é o Oceano Atlântico (por isso o continente se chama Atlântida), entre os EUA e a Europa. Os estudiosos usam como argumento, o fato do litoral brasileiro se “encaixar” quase com perfeição no litoral africano e do litoral leste dos EUA não combinar com o litoral europeu.

Sem título-2

Existem vários historiadores ou arqueólogos que viajam pelo mundo em busca de alguma prova ou até mesmo atrás da própria Atlântida. Alguns afirmam que o continente estaria localizado em alguma parte da América do Sul, já que segundo Platão “a Atlântida está a oeste do Atlântico”. Alguns dizem também que a Atlântida poderia ser uma cidade, não um continente. Isso porque segundo geólogos seria impossível um continente inteiro afundar. Outros afirmam também que a história da Atlântida não seria nada mais do que um produto da imaginação fértil de Platão, que ele teria escrito a história da Atlântida para criticar a sociedade da época, já que a Grécia antiga era uma nação muito desenvolvida, e como toda nação desenvolvida, teria também suas corrupções.

O filósofo grego Platão escreveu sobre a cidade há 2.600 anos, descrevendo-a como “uma ilha situada em frente ao estreito chamado de Pilares de Hércules”, como o Estreito de Gibraltar era conhecido na antiguidade. Com a descrição detalhada de Platão como mapa, as buscas foram direcionadas no Mediterrâneo e no Atlântico como melhores possibilidades de localização da cidade. O debate sobre se a cidade realmente existiu dura milhares de anos. Os diálogos de Platão de 360 A.C. são as únicas fontes históricas de informação sobre a cidade.

Em 2011, um time de pesquisadores americanos pode ter finalmente localizado a cidade perdida de Atlântida, metrópole legendária que sucumbiu a uma tsunami, há milhares de anos, na Espanha.

Para solucionar o mistério, a equipe usou uma foto de satélite de uma suspeita cidade submersa para encontrar a localização, ao norte de Cadiz, na Espanha. Lá, enterrada nos pântanos do Parque Doña Ana, eles acreditam ter mapeado o antigo domínio conhecido como Atlântida. O time de arqueólogos e geólogos em 2009 e 2010 usou uma combinação de radar, mapeamento digital e tecnologia subaquática para pesquisar a localização. Primeiro, descobriram uma série de cidades memorial construídas à imagem de Atlântida.

 

O MISTÉRIO DOS MAPAS

Aceitando a possibilidade de que alguns sobreviveram ao cataclismo, é possível que tivessem levado consigo alguns artefatos de sua nação.

Sem título-3

Piri Reis, almirante turco, desenhou um mapa-múndi em 1513 baseando-se em antigas cartas marítimas. Em 1956, Hapgood estudou esse mapa. Perguntava-se como era possível que desenhasse a costa oriental da América do Sul, se todavia, ainda não havia sido inteiramente cartografada, e a Antártida – parte da qual aparece no mapa -, que só foi descoberta em 1820. Hapgood enviou o mapa de Piri Reis para especialistas da USAF. Ficaram igualmente surpresos. De onde Piri Reis obteve a informação para confeccionar o mapa? Seria ele, um descendente dos antigos habitantes da Atlântida?

Os pesquisadores afirmam que o mapa de Reis, onde aparece a Antártida sem gelo, é quase igual a uma carta geológica. “Isto significa que a costa tinha sido cartografada antes de ser coberta pela capa de gelo – informaram os especialistas da USAF -, e nesta região, o gelo tem mais de um quilômetro e meio de espessura. Não sabemos como foi feito este mapa, com os dados e o nível de conhecimento de 1513.”

Então Hapgood encontrou outro mapa misterioso, outro documento “impossível”: o mapa de Oronteus Finaeus, copiado em 1531. Nele figurava a Antártida em sua totalidade, com grande detalhamento, incluindo a localização precisa de montanhas, planícies e rios. Tudo isto estava refletido na carta geológica de 1949 e na descrição que Platão fez 2.000 anos antes.

 

UMA POSSÍVEL CONEXÃO COM O EGITO?

Segundo as teorias dos Flem-Ath, a existência de uma civilização tecnologicamente desenvolvida antes do ano 10.000 a.C. ajudaria a explicar a presença de diversos monumentos antigos espalhados pelo mundo inteiro, cuja construção todavia não possui explicação racional. Entre esses monumentos estão em cidades na América Central e América do Sul, construídas pelas civilizações Maia e Asteca. Poderiam estas civilizações ter tido seus benefícios e conhecimentos transmitidos por atlântes sobreviventes? A mesma teoria se aplica ao Egito, de onde procede a história de Atlântida escrita por Platão. Os pesquisadores acreditam que uma antiga civilização pode ter utilizado a tecnologia para construir as pirâmides. Estudos recentes indicam que a Esfinge é muito mais antiga, por volta de 10.000 anos, do que se pensava inicialmente. O mal estado do rosto, segundo os pesquisadores, poderia ser devido a sua antigüidade. Como isso é possível, se acredita-se que a civilização egípcia nasceu no ano 4.000 a.C.?

 

A CIVILIZAÇÃO ATLANTE

Os antigos egípcios conheciam a existência de uma esplêndida civilização que habitava um continente no meio do oceano. Este povo seriam os primeiros navegadores, comerciantes e colonizadores de suas terras. O conhecimento atlante estava diretamente relacionado com as forças da natureza e continham aspectos energéticos (metafísicos e radiônicos) e até espirituais unidos numa só ciência, conceito praticamente impossível de ser aceito pela ciência atual. Mantinham contato com culturas provenientes de várias regiões do espaço e por isso acredita-se que a tecnologia de construção e manipulação de energias das estruturas piramidais seja de origem extraterrestre.

A sociedade atlante era dividida em duas classes socias: a dos homens de face resplandecente, ou de face amarela, que eram os mais espiritualizados; os de face tenebrosa, ou da face vermelha, que eram os poucos espiritualizados. Segundo antigos escritos, os de face tenebrosa teriam tomado o poder, obrigando os de face resplandecente a se refugiarem no interior das montanhas. Isso provocou uma grande divisão da nação atlante.

Além dos conhecimentos na área científica, os atlantes também tinham grande conhecimento das forças da natureza. Mesmo com tanto conhecimento, não conseguiram impedir que as forças naturais os destruíssem, não deixando nenhum vestígio concreto de sua existência.

 

O CAMINHO DAS ANTIGAS FONTES

Algumas linhas de Platão foram suficientes para imprimir consistentemente a Atlântida na memória dos homens. As passagens que se referem ao assunto encontram-se em dois dos diálogos do filósofo, Crítias e Timeu, nomes de seus protagonistas. “Antes de tudo, lembremo-nos de que, em suma, passaram-se 9 mil anos depois da guerra que, de acordo com as revelações de sacerdotes egípcios, opôs os povos que habitavam fora – depois das Colunas de Hércules – e todos os que habitavam para cá das Colunas. Aqui, foi nossa cidade, dizem, que tomou o comando e sustentou toda a guerra; lá, foram os reis da ilha Atlântida, ilha que, tínhamos dito, era outrora maior que a Líbia e que a Ásia, mas que hoje engolida por tremores de terra é apenas um limo intransponível que barra a passagem daqueles que partem daqui em direção ao grande mar”, diz Crítias.

Platão recontou a história que seu bisavô ouvira de Sólon, um dos sete sábios da Grécia antiga, que a tinha escutado de um dos sacerdotes de Sais, no Egito. “Nessa ilha, Atlântida, os reis formaram uma grande e admirável potência, que estendeu sua dominação sobre a ilha inteira e muitas outras ilhas, além de algumas partes do continente”, sublinha Timeu.

Podemos notar também similitudes espantosas entre Platão e Homero. Quando Crítias explica que “bem perto da costa atlante, há no mar um território elevado que domina o oceano verticalmente”, ecoa literalmente a Odisséia: “Diante da costa da ilha dos feacianos, eleva-se no mar uma ilha que, de todos os lados, tomba verticalmente sobre as águas”. Teria também Ulisses procurado a Atlântida?

 

METAL LENDÁRIO DE ATLÂNTIDA EM NAVIO NAUFRAGADO DA SICÍLIA

Equipe de mergulhadores descobriu 39 barras do mítico oricalco em uma embarcação que afundou há 2600 anos. Segundo Platão, o oricalco era extraído somente das minas perdidas de Atlântida. Platão descreve Atlântida em seu diálogo Crítias como um lugar que “cintila com a luz vermelha do oricalco”, metal que segundo o filósofo revestiria todo o interior do templo de Poseidon na lendária ilha.

Sem título-4

O pensador grego acrescenta ainda que a substância seria a segunda mais valiosa, atrás apenas do ouro, e que só podia ser extraída das minas localizadas no território perdido. Se ele vem ou não de Atlântida obviamente não se sabe, mas o fato é que até hoje apenas pequenas quantidades de oricalco haviam sido encontradas. Surpreendentemente, mergulhadores da Sicília acabam de descobrir 39 barras compostas pela misteriosa liga em um navio que naufragou por volta do ano 550 a.C. na região de Gela, no sul da ilha italiana.

 

FONTE:

http://www.angelfire.com/nh/anjowarez/Atlantida.html

http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/pesquisadores-podem-ter-localizado-cidade-perdida-de-atlantida-2811690

http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/a_atlantida_ressurge.html

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2015/01/metal-lendario-de-atlantida-e-encontrado-em-navio-naufragado-na-sicilia.html

 

 

 

Publicado por: mpv | 10 de março de 2015

Aulão Estado Islâmico e Terrorismo

Material utilizado pelos Profs. Fábio (DOMÍNIO ESTADO ISLÂMICO) e Prof. Mauro (Aulão – Estado Islâmico) no aulão sobre estado islâmico – 09/03/15

Publicado por: mpv | 5 de março de 2015

Oásis

Galera, quando explico pra vocês sobre oásis (não é oasis sem acento senão fica isso – LINK), alguns de vocês tem dificuldade de visualizar um local como esse.

Segue então aqui em baixo um resumo de uma reportagem que saiu sobre esse tema. Boa leitura!

Parece uma miragem, mas esse é um lugar incrível e real

Tropeçar em um oásis verdejante no meio do deserto é o pensamento clássico de alguém perdido, superaquecido, desidratado  e exausto. Mas se você estiver nessas condições vagando pelo deserto próximo a Huacachina, Peru, provavelmente não é uma miragem: Huacachina é um lugar absolutamente real, e fascinante.

Localizado em um dos climas mais secos do mundo, Huacachina é o lar de 96 moradores e seus negócios. Ele também é um destino turístico extremamente popular para todos os sul-americanos. O lago que existe naturalmente no centro de Huacachina é dito ter propriedades restauradoras: peruanos de todos os cantos do país vêm atéHuacachina para se banhar em suas águas termais.

Se você estiver viajando para o Peru, não se esqueça de visitar Huacachina – embora, depois de ver estas fotos deslumbrantes, vai ser difícil se convencer de que não é simplesmente uma invenção esplêndida da sua imaginação.

Fonte:

Publicado por: mpv | 3 de março de 2015

Livro de Neurolinguística

Alunos, como eu disse em aula, segue em anexo o livro que falei – LINK

Publicado por: mpv | 26 de fevereiro de 2015

Inteligência Artificial???

Inteligência artificial da Google aprende a jogar títulos do Atari 2600

Por

Quando a Google eliminou a Facebook da competição e arrematou a empresa de I. A. (inteligência artificial) DeepMind, muita gente se perguntava qual seria o próximo passo — afinal, carros voadores e outras geringonças nos preparam a todos para virtualmente qualquer coisa. As apostas, entretanto, ficou em algum ponto entre o desenvolvimento de novos sistemas de buscas ou de geringonças robóticas. Bem, o resultado são… Jogos do Atari 2600.

Em estudo recentemente publicado na revista Nature, uma equipe de pesquisadores relata as experiências obtidas ao expor a I. A. da DeepMind em contato com 49 jogos de Atari. Ok, nesse ponto, alguém provavelmente pode se questionar: “Mas os computadores já aprenderam jogos anteriormente, não?”. Pois é. Entretanto, isso jamais se deu de forma tão “humana”.

Aprendizado humano

Em vez de ser treinada para encarar cada título especificamente, o software da DeepMind foi capaz de, efetivamente, aprender as regras de cada um deles por meio da descoberta de padrões. “A abordagem mostrou uma adaptabilidade impressionante”, relatou o diretor do Instituto Max Planck para Sistemas Inteligentes, Dr. Bernhard Schölkopf, em texto constante no referido estudo.

De fato, cada um dos sistemas utilizados durante a pesquisa foi instruído para encarar apenas um dos 49 jogos — de maneira que os 48 restantes foram aprendidos por conta, na base da tentativa e erro e no registro de padrões. Trata-se, basicamente, de um padrão estritamente biológico de aprendizado: o DeepMind aprende novos jogos de forma muito semelhante com a que você faria, mesmo que com algumas limitações.

Os pesquisadores acreditam que é justamente essa a mudança de paradigma que pode mudar os rumos da inteligência artificial — pavimentando o caminho para que sistemas do futuro se tornem aptos a lidar com as contingências típicas de um centro urbano apinhado de gente, por exemplo, a fim de dirigir um veículo ou controlar máquinas as mais variadas. É a diferença entre ter um bom computador para jogar xadrez e um que saiba “conviver” e “aprender”.

“Tomados em conjunto, os nossos trabalhos ilustram o poder de juntar o que há de melhor em técnicas de aprendizado de máquinas com mecanismos biologicamente inspirados, a fim de criar agentes que sejam capazes de aprender e de dominar uma ampla variedade de tarefas”, escreveram os autores da pesquisa — os quais esperam tornar suas I. A. semibiológicas capazes de muito mais do que simples jogos do Atari 2600 em um futuro não tão distante.

Reforço positivo

O padrão de funcionamento/aprendizado de que se vale o DeepMind se baseia em algo conhecido como “reforço positivo”. Trata-se da capacidade de empreender tentativas baseadas em sucessos anteriores, sempre em busca de novas recompensas — ou, no caso de um jogo de Atari 2600, de uma “morte” evitada ou de uma pontuação cada vez maior. Abaixo, você confere o DeepMind encarando pela primeira vez o game Breakout.

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Conforme é possível observar, embora as primeiras tentativas sejam um tanto desengonçadas, não demora muito para que a I. A. identifique os padrões de erro e acerto. Após algumas centenas de tentativas seguidas, os erros passam a ser cada vez mais raros e, ao final do vídeo, é possível ver que a DeepMind já desenvolveu uma tática específica para “limpar” os cenários de forma mais efetiva e segura — através da formação de “túneis” na parte superior da tela.

No total, a I. A. da Google se saiu melhor do que algoritmos computacionais anteriores em 43 dos 49 títulos. No caso da comparação com seres humanos, entretanto, o software levou a melhor em apenas 29 jogos. Em alguns títulos, entretanto, o DeepMind apresentou resultados simplesmente pífios, revelando uma inépcia considerável em relação à capacidade de retenção de informações ao longo do tempo.

Fonte:

http://www.tecmundo.com.br/inteligencia-artificial/

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